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terça-feira, 4 de setembro de 2012

INDEPENDÊNCIA OU MORTE?


 
A exatos cento e noventa anos atrás, em 07 de setembro de 1822, ouviram as margens plácidas do rio Ipiranga, o brado retumbante, de um povo heróico, eram aqueles que acompanhavam D. Pedro I, no grito nacional da “Independência ou morte”.
            Poeticamente, até se declarou que, em raios fulgidos, o sol da liberdade brilhou no céu da pátria nesse instante.
            A história nos relata, que foram muitas as lutas pela libertação do Brasil. Muitos brasileiros deram a própria vida nessas lutas, e os que morreram, achavam que valia a pena sacrificar-se, para que nós brasileiros, hoje, pudéssemos ter uma pátria para viver.
            Era forte o controle que Portugal exercia sobre o Brasil, e ele explorava o Brasil ao máximo, não se importando com a situação dos brasileiros.
Houve muitas revoltas neste período. Índios e negros se revoltaram contra o governo, também os colonos, mineiros, padres, poetas, militares e até os senhores de engenho.
Os brasileiros clamavam por liberdade e independência, e lutavam contra o domínio do rei de Portugal e dos governantes que ele nomeava para o Brasil.
Houve guerras e revoltas, em todas as principais colônias e províncias brasileiras. Muitos mártires despontaram neste período, um deles, e talvez o mais conhecido, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, declarou: “Se dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria”.
Ainda hoje, encontramos o ideal de liberdade impresso na bandeira mineira, “Liberdade ainda que tarde”.
O penhor dessa igualdade, conseguimos conquistar com braço forte, e para que vivêssemos no seio da liberdade, nossos antepassados entregaram o peito a própria morte. Muitos derramaram seu sangue, para que você pudesse declarar a flâmula: “– Paz no futuro e glória no passado”.
Esta é a pátria amada. Este gigante pela própria natureza, florão da América, sonho intenso, raio vivido, com céu formoso, risonho e límpido, onde resplandece a imagem do Cruzeiro. Este forte impávido colosso, cujo futuro espelha grandeza. 
Mas, ó pátria amada, certamente, não foi sem muita luta e sangue derramado, que esta brava gente brasileira conquistou a liberdade e a independência, podendo declarar ao povo hoje: 
“Já podeis, da Pátria filhos, ver contente a mãe gentil; Já raiou a Liberdade  no horizonte do Brasil. Brava gente brasileira! Longe vá temor servil! Ou ficar a Pátria livre, Ou morrer pelo Brasil. Os grilhões que nos forjava,da perfídia astuto ardil...  Houve mão mais poderosa: zombou deles o Brasil. Revoavam tristes sombras, da cruel guerra civil, mas fugiam apressadas, vendo o anjo do Brasil. Mal soou na serra ao longe, nosso grito varonil, nos imensos ombros logo, a cabeça ergue o Brasil.”

            Nunca houve, jamais, em toda a história, liberdade e independência, sem que sangue fosse derramado, sem que houvesse muita luta, sem que alguém desse a sua vida.
O impressionante de tudo isso, é que também é verdadeiro quanto à vida espiritual. Como é gratificante perceber, que a luta pela liberdade e independência do Brasil, nos ensina uma doutrina cristã gloriosa, a da liberdade que Jesus oferece, a independência do pecado ou morte espiritual.
Ele disse, “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Disse que, “todo aquele que comete pecado é escravo do pecado”, e, “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”.
A Bíblia afirma que, todos os homens são pecadores (Romanos 3:23), e todo que comete pecado, é escravo do pecado, logo, todos os homens são escravos do pecado. Não têm liberdade espiritual, nem independência, são escravos do pecado e de satanás, e nesta situação, serão julgados por Deus e condenados a morte eterna, e a eterna separação dEle.
A dois mil anos atrás, ouviu-se um brado ainda mais retumbante, às margens do monte Calvário, era a declaração de Jesus, “está consumado”. Declaração de que a independência da humanidade havia se tornado uma realidade, um marco.
Ali estava Jesus, nosso rei e salvador, derramando seu sangue para que pudéssemos herdar a liberdade da escravidão do pecado e declarar nossa independência de satanás.
E hoje, Ele oferece a você a libertação do engano, da mentira, do pecado, de satanás, do mundo e de você mesmo.
É independência ou morte. Ou você é liberto de todas estas coisas, ou morrerá nos seus delitos e pecados, e receberá como recompensa, o castigo eterno e a eterna separação de Deus.  
 Declare hoje mesmo, em Jesus Cristo, a sua independência do pecado, e viva a liberdade dos filhos de Deus, tornando-se herdeiro da Pátria Celeste, onde reina a paz, o amor e a felicidade eterna.

Que você possa comemorar também o seu Setembro espiritual, hoje, e por toda a eternidade.

TEXTO EXTRAÍDO DO SITE http://www.perolasdesabedoria.com.br

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