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segunda-feira, 4 de março de 2013

Preparando-se para as minhas Mui Grande Conquistas...



Texto: Neemias 1:1-5,6b,11  /  2:1-5,8b,11 - 12, 17-20

 A falta de preparo é a maior causa da não permanência da benção de Deus na vida de muitas pessoas, incluindo muitos de nós, pois a manutenção da benção, é tão especial quanto a sua aquisição.​
Podemos destacar como exemplos:
- a aquisição de um carro - precisa de ter manutenção
- Início de um relacionamento - precisa de ter entrega mutua
- compra de uma casa - cuidar da casa para ela valorizar
- Contratação para um novo emprego - esforço para se destacar​
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NÃO PODEMOS CONTUDO MENOSPREZAR ALGUNS REQUISITOS ESSENCIAIS PARA O PREPARO ESPIRITUAL.​
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1) TEMPO
Tem que ter disponibilização de tempo para Deus.​
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Muitos comem em pé, leem no ônibus, oram deitados, e até mesmo mulheres que tem a destreza de fazerem várias coisas ao mesmo tempo,
cozinhar, lavar, passar, colocar o filho no banho, falar no telefone, assistir a novela e prestar atenção no marido, para ver se ele não está fazendo algo de errado.
tudo na intenção de ganharem tempo, pois parece que sempre andamos atrás da situação, sempre corremos atrás do prejuízo como diz o ditado.​
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2) ENTREGA ​
Para existir entrega necessitamos de comprometimento e responsabilidade para com as coisas de Deus, por isso ele nos diz em sua palavra, "Entrega o seu caminho ao Senhor confia nele e o demais ele fará".​

3) RESPONSABILIDADE COM O CHAMADO​
A palavra nos diz a cerca dos muitos chamados, e o diferencial está acentuado na responsabilidade para com o chamado, para que possamos desfrutar de uma escolha divina.​
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4) DISCERNIMENTO ESPIRITUAL PARA SABER A HORA CERTA E O MOMENTO CORRETO PARA SE PRONUNCIAR.​
A bíblia nos ensina que há um tempo determinado para todas as coisas e
tem muita gente metendo os pés pelas mãos, e querendo colocar a responsabilidade em Deus.
Se eu pudesse voltar o tempo atrás haveria muitas coisas que eu faria diferente, mas o tempo não volta, então Deus esta me permitindo melhorar meu futuro, me preparando para receber minhas grande conquistas.
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5) SER CATIVANTE
Esta é uma característica que todo Cristão deveria ter, mas nem sempre é assim.
Ser cativante é deixar ser usado por Deus, para ser um canal ABENÇOADOR para todos quanto possível.​
NEEMIAS estava incumbido para um trabalho que muitos não queriam fazer ou executar, mas ele foi convincente em sua missão.
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PERTO ESTÁ O SENHOR DE QUEM TEM O CORAÇÃO QUEBRANTADO.
- Quem não se quebranta, nunca tem tempo
- Quem não se quebranta não se entrega a Deus por completo sem reservas
- Quem não se quebranta não tem responsabilidade com o chamado
- Quem não se quebranta não tem discernimento de Deus
- Quem não se quebranta não é cativante​
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Pr Jeferson Guedes
http://admplenoamor.wix.com/plenoamor#!palavra-pastoral/cnmt

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Fé submissa




Na oração revelamos a fé em Deus e em seu providente cuidado, sabendo que ele jamais nos desampara: "Invocar a Deus é o principal exercício da fé e da esperança; e é assim que obtemos da parte de Deus todas as bençãos".[1]

Davi, relembrando o livramento de grandes armadilhas, diz o que fez: orou e entregou sua vida a Deus (Sl 31:1-5). Portanto, "Aquele que confia na providência divina deve fugir para Deus com orações e forte clamor". [2]

Ao orarmos sinceramente, conforme as Escrituras, estamos submetendo nossa vontade a Deus; isto significa que não pretendemos ensinar-lhe nem mudar sua vontade; antes, colocamo-nos diante dele dizendo: "creio que a tua vontade é a melhor para minha vida; cumpre em mim o teu propósito". Orar é entregar confiantemente o futuro a Deus, a fim de que ele concretize sua eterna e santa vontade em nós. A oração revela nosso desejo de que a vontade dele se realize. portanto, oramos não para que Deus realize nossos desejos, mas para que concretize seus juízos: "...faça-se a tua vontade" (Mt 6:10). [3] Longe de nós pretender impor nossos desejos a Deus!

Quando oramos, buscamos o Pai (Mt 6:5-6). Este é o sentido genuíno da oração. Não estamos, através da oração, em busca de recompensas humanas: aplauso, alto conceito a respeito de nossa devoção e piedade. Apesar de esta "recompensa" ser geralmente mais imediata, não a buscamos. Pelo contrário, oramos ao Pai para de fato falar com ele, colocando diante de seu trono de graça nossas necessidades. E neste procedimento, jamais devemos nos esquecer de que ele sabe todas as coisas. Quando assim procedemos, estamos imitando o exemplo de Cristo, como disse Calvino:

Sempre que nossos males nos oprimem e nos torturam, retrocedamos nossa mente para o Filho de Deus que suportou o mesmo fardo. Enquanto ele marchar diante de nós, não temos motivo algum para desespero. Ao mesmo tempo, somos advertidos a não buscar nossa salvação em tempo de angústia, em nenhum outro senão unicamente em Deus. Que melhor guia poderemos encontrar para oração além do exemplo do próprio Cristo? Ele se dirigiu diretamente ao Pai. O apóstolo nos mostra o que devemos fazer, quando diz que ele endereçou suas orações Àquele que era capaz de livrá-lo da morte. Com isso ele quer dizer que Cristo orou corretamente, visto que recorreu ao Deus que é o único Libertador. [4]

Mesmo sem conseguir entender perfeitamente a extensão desse maravilhoso ministério, não podemos deixar de orar, um privilégio que Deus graciosamente nos concedeu de podermos falar com ele e de exercitar nossa fé na sua soberana providência (1Sm 1:9-20; Sl 6:9; Pv 15:29; Mt 26:41; Lc 1:13; 1Ts 5:17; Tg 4:2-3; 1Jo 5:13-15).

Notas:
[1] - As Institutas, João Calvino (1541), III.9.
[2] - João Calvino, O Livro dos Salmos, vol. 2, p. 27.
[3] - As Institutas (1541), III.9. Cf. tb. III.20.43; Instrução na Fé, cap. 24, p. 66.
[4] - Exposição de Hebreus, p. 134.

Fonte: Fundamentos da Teologia Refomada, Rev. Hermisten Maia. Ed. Mundo Cristão, 2007. p. 121-123. Divulgação: Bereianos

Por Rev. Hermisten Maia